Loading....
Recent Article links:

Category 'www'

Quando um comercial emociona

Contar uma história em 90 segundos e ainda emocionar. Estou impressionado com esse comercial, e orgulhoso de trabalhar com publicidade :] – acho que faltam mais comerciais desses na nossa TV (rs). Dica do @radarsocial via twitter.

Seu mundo anda girando rápido demais para você?

Estou há pouco no Twitter, e pra ser sincero ainda não o uso 100%, mas notei que as coisas andam cada vez mais rápidas por lá. O Twitter destaca palavras-chave com maior repercussão em tempo real, que chamamos de Trend Topics (TT). A questão é que antes eu jurava que a maioria dos TTs duravam pelo menos alguns dias. Se você lesse 1x por dia, era suficiente e não perdia nada, mas agora o negócio anda em questão de horas. Um TT que entrou no horário do almoço some antes do jantar.

Isso vai além do Twitter, mas foi só um exemplo ok. Quero dizer, é óbvio que o nosso mundo com a internet é um mundo neurótico (dãã), mas acredito que muitos, assim como eu, só percebem realmente essa aceleração depois que já está no ritmo. Vejam, a nossa relação e dependência de informação pela internet não é a mesma de 10 anos atrás, não é a de 1 ano atrás, e não é a de 1 mês atrás.

Sempre tentei achar um meio termo para que a busca pelo o que é interessante na web não se tornasse uma corrida sem fim, mas às vezes a gente se complica né. Por exemplo, nunca fui de atualizar meu conteúdo via celular, mas no apagão de 2009 eu não resisti (rs).

Analisando friamente esse blog, sei que um dos maiores defeitos é a lerdeza em incluir conteúdo novo, e que vai totalmente contra o que temos de internet hoje. Por essa falha e outras, sei que o re’cordis está fadado a nunca competir entre os mais visitados em algum ranking idiota.

Existe um movimento mundial iniciado em 1986 chamado SLOW, que cria a opção de um breque em um carro que só tem o acelerador (rs). Acredito que todos já ouviram falar em partes desse movimento. Slow food em oposição ao fast food? Todos sabemos que comer rápido é ruim, ainda mais se o tipo de comida que fica pronto rápido inclui cachorro quente e mc donalds, mas até então tínhamos poucas opções para relaxar no horário do almoço.

Conheci uma pessoa que tinha um “lava lento” de carro, e pelo o que entendi, fez um baita sucesso (rs). Na europa, dizem que o movimento é mais forte e inclui grandes mudanças. Sabe aquela rotina de 8/10/12 horas de trabalho? Eles estão tentando reduzir para 7/6/5 horas por dia. Se a gente fosse calcular tudo, o empregado que trabalha, por exemplo, 6 horas dia, rende mais, pois consegue se concentrar e por conseguinte torna o seu trabalho mais produtivo e criativo. Sem falar nas complicações e doenças que um empregado sobrecarregado e estressado pode ter, passando por insônia até ataque do coração. Racionalmente, o caminho mais correto é diminuir a velocidade.

Infelizmente, no Brasir a gente tem como exemplo os EUA, que pouco tem a ver com a europa, então nossos horários de trabalho estão na realidade aumentando, nossos almoços durante expediente diminuindo, e o que mais dói em qualquer mortal: menos lazer.

Hoje eu entendo o pessoal mais velho que era contra a informatização de tudo e todos (rs). Para quem se interessar, o site do movimento slow – clique aqui.

Eu gosto da ideia de desacelerar, e por isso estou postando isso. Viram a foto? É uma boa metáfora: com uma linda paisagem daquelas, o legal mesmo é ir mais devagar para curtir a viagem :]

Firefox, há 5 anos salvando as pessoas do Internet Explorer

É hoje o aniversário, acabei de ficar sabendo pelo Twitter ;-).

Uso o Firefox faz alguns anos, talvez desde as primeiríssimas versões. Na época, foi um alívio poder contar com uma alternativa à altura do Internet Explorer, além de navegar sem pop-ups chatos e com ajuda de abas. Foi revolucionário.

Lembro muito bem que a Microsoft estava começando a comercializar os navegadores de internet, inclusive monopolizando as versões mais novas somente para quem tinha cópia do Windows, então veio o Firefox (Open Source – Gratuito) e acabou com isso (rs). Por essa e outras que sou fã da raposa de fogo.

Recomendo ver o vídeo comemorativo, são apenas 2 minutos. Quem ainda usa o Internet Explorer, faça um test drive pelos 5 anos. Por aqui, é possível baixar as versões em várias linguas e sistemas operacionais. Eu particularmente prefiro em inglês mesmo.

Inclusive esse blog não abre direito no IE, só para constar. Os motivos são os mesmos que fazem 99% dos desenvolvedores web odiarem o programa da Microsoft, além do youtube.

Geração Ipod

Estava pensando em um nome para identificar a geração que nem tira mais os fones de ouvido, mesmo que precise conversar. Acabamos acostumando tanto, que em em curto espaço de tempo, passou a ser normal conversarmos com alguém com pelo menos 1 dos fones no ouvido (rs).

Geração Ipod parece um nome bem legal, mas para a minha surpresa, alguém já tinha pensado nisso antes (rs). Isso o que acontece quando não se lê todas as revistas sobre tecnologia. Bom, continuo com a minha meta de fundar um nome legal que será usado por outras pessoas.

Na realidade, o que quero tratar nesse post é sobre o traço, na minha opinião, mais marcante dessa geração, que é a individualidade, mas não somente isso, também solidão, eu diria que o assunto está entre esses 2. Acho que os fones de ouvido caracterizam bem tudo isso:

Acordo 7h da manhã e faço meu café. Como em casa, a única companheira é a televisão, que só ligo para isso. Antes de sair, coloco os fones e mp3. No elevador, cruzo com uma senhora que fala – Olá.  – Bom dia, retruco. Nada mais.

Passo pela guarita do prédio. O porteiro, que nunca soube o nome, me olha nos olhos. Não digo nada, apenas continuo. Caminho 2 quadras e chego à academia. Na recepção, há 2 recepcionistas. Não falo nada. Saco a carteira de aluno e passo na catraca. Faço o tal do alongamento enquanto espio as pessoas com a vertigem de imagens formadas por espelhos colocados em frente aos outros.Percebo o professor da musculação. Falo com ele a cada 3 meses para troca do meu treino, também não sei o nome dele. Divido o espaço com pelo menos 10 pessoas, tirando aquela menina que é a fim do professor, ninguém conversa com ninguém.

2 horas depois, estou pronto para ir trabalhar. Pego o carro, que fiz questão de colocar o insufilm mais forte que consegui (85%) e dirijo até o meu trabalho. Fecho as janelas, me tranco. Com excessão do vidro da frente, não há brechas na minha fortaleza. Tiro o fone de ouvido, ligo o rádio que tocam minhas mp3s. Durante o trajeto, há alguns moleques e vagabundos que vêm tentar limpar o vidro do meu carro. Depois de muitos anos de não, acho a maneira mais eficaz de fazer eles irem embora. Olho para a frente, para o infinito, finjo que não existe ninguém do lado de fora do meu carro tentando contato. Pronto.

Chego ao trabalho, passo por uma portaria, e na catraca uso meu cartão para liberar o acesso. O elevador sobe cheio, como em qualquer prédio comercial. Metade olha para o teto, a outra para o chão. Eu olho por entre as pessoas por meio do espelho no fundo do elevador. Vejo sombras, eu, e um fone de ouvido.

Entro no escritório, minha sala é a primeira. Hoje não estou com paciência para ouvir as pessoas, entro direto na sala e fecho a porta. A primeira providência é ligar o msn do trabalho e alternar nos primeiros 10 minutos offline e online, para meus chefes perceberem que já estou trabalhando.

Logo depois, entra meu assistente. Ele me cumprimenta com cara de sono e logo percebe que estou naqueles dias. – Abre o meu trânsito, tem um código que preciso que você limpe até o almoço. É a única coisa que falo, não tiro os fones de ouvido, nem pauso a música.

Quando chega 12h, o escritório começa a ficar agitado. Os grupinhos para o almoço são formados, e meu assistente vai com o pessoal de TI. Por msn, digo que preciso terminar um trabalho e não posso sair. Mentira. Quero ir almoçar mais rápido indo sozinho para sair mais cedo da labuta.

Quando todos já almoçaram, saio. Gosto de ir a um kilo que tem um corredor fino, onde sento na última mesa, sozinho. – Deu 12,58 mais 2,50 do refrigerante. Estendo o meu cartão.

De volta ao escritório, passo outro job para meu assistente, assim ele não me enche até o fim do dia. Não gosto dele, está na cara que não gosta de trabalhar, como qualquer estagiário. Escolhi mal, mas nunca parei para conversar com ele, aliás, nem lembro mais qual a faculdade que ele está estudando.

Saio do trabalho, pego o carro, vou para um curso de extensão que a empresa está pagando – é programação C#, enfadonho. Na minha classe só tem homem. Não conheço ninguém, não sei nem os nomes dos professores. Entro na classe, vou até o fundo e me sento. Anoto o blá blá blá sobre programação enquanto sonho que estou em casa fazendo outras coisas.

O professor avisa do  intervalo de 20 minutos. Por um momento, me sinto atraído por um grupo na classe que conversa sobre futebol. Ahh, preguiça. Desço até a lanchonete, onde leio meus emails e outras coisas da internet pelo meu celular.

A aula termina, tiro o fone, entro no carro, fecho as janelas, ligo a chave. Tenho a preocupação de não parar emparelhado janela com janela com outros carros no semáforo, é desconfortável.

Chego em casa, preparo meu jantar e como lendo um texto na internet. Levanto, tomo banho, deito na cama. Acabou o dia. Configuro o despertador para as 7h.

Esse foi um dia na vida de alguém da Geração Ipod, não sou eu ;-). Evidentemente, exageradíssimo.

A questão é: você se identificou com alguns pontos do personagem? Eu me enquadro em alguns, como a preguiça de ouvir as pessoas alguns dias, cuidado para não emparelhar o carro no semáforo e a conversa burocrática nos elevadores.

Mesmo que dê no notíciario que as pessoas compram insufilm para aplicar nos carros por causa da violência, acredito que nao é somente isso. Tudo o que levantei na história, tem a ver com a nossa vontade de individualidade.

Depois de descrever o dia na vida desse infeliz, olhei por cima e percebi que a música está na maioria dos momentos. E isso é uma inversão de valor, pois a música sempre teve o intuito de reunir as pessoas, e não de individualizá-las. Às vezes sinto falta da época que você ia na casa dos amigos para ouvir música, quando discos não eram tão acessíveis.Lembra da última vez que trocou ou emprestou um CD de música para algum amigo?

Uma das coisas que aprendi viajando foi que o mundo fora do burburinho das grandes cidades ainda não é 100% digital. Você não consegue fazer as coisas sem ter de parar, conversar, pedir ajuda aos outros.

Essa é a grande diferença entre viajar como turista e como viajante. O turista compra um pacote fechado, e antes de viajar, recebe por email fotos e cronograma, horários, preços, tabelas, TUDO. Não há imprevistos, e não há deslumbramento ou estranhamento, o turista simplesmente segue o plano de viagem.

Geralmente, turista fica em hotel, e hotel nada mais é uma construção totalmente fora do contexto do resto da cidade (rs). Dentro do hotel, o turista não vai experimentar as comidas da região, pois o chef fez faculdade em São Paulo e alguns cursos na frança. Não vai conhecer pessoas da região, pois no hotel só tem turista, não vai aprender nada de novo, e pior, quase não vai ter contato com a cultura que escolheu como destino de viagem.

O viajante, não necessariamente precisa andar com uma mochila gigante nas costas, mas esse confia nas pessoas. Chega ao local e pergunta onde que dá para dormir, e talvez com sorte, recebe um convite para dormir na casa de algum nativo, jantar com sua família, comer prato típico, ouvir histórias, aprender a sua cultura.

Pedir ajuda para alguém é também um ato de confiança, e de humildade. O seu celular não vai resolver sua fome em uma praia de pescadores longe de tudo, é bem por aí.

Não precisa ir muito longe, afastado de tudo para sentir a diferença na atitude das pessoas. Das 2x que fui ao Paraná senti um contraste gritante nas gentilezas, e mesmo em São Paulo, é só sair da cidade e cair em uma praia que não foi invadida por cimento e carros.

Fato: cada vez vão menos pessoas nas festas de aniversário, é muito mais fácil dar parabéns pelo orkut.

Enfim, acho que isso rende um muro de texto, e não é muito conveniente para ler pela internet. Caminhamos para um mundo totalmente virtual, e cada vez acho mais escroto. Então da próxima vez que for enviar um parabéns pelo aniversário de algum amigo pelo orkut, tente sair de casa, ir até ele e dar um abraço, bom, pelo menos um telefonema ;-).

Videolocadora não é programa de índio

Às vezes é engraçado lembrar de como as coisas eram antigamente. Lembro que minha mãe comprou um videocassete da Gradiente, na época, era um dos melhores aparelhos do mercado com uma super velocidade para rebobinar de 4x (rs).

Não esqueço da emoção que foi entrar em uma locadora, umas das pouquíssimas que existiam, e escolher entre tantos filmes incríveis – digo, porque na TV aberta, só passava merda, né?

O filme escolhido para a grande estréia foi E.T, o extraterrestre, um clássico de 1982 devidamente transformado em fita VHS. Para melhorar ainda mais, chamei os amigos e fizemos uma pipoca – na panela – porque ainda não existia microondas ;-).

Por que estou falando disso? – Essa semana li um artigo no LINK, do Estadão, falando sobre a eminente extinção das videolocadoras físicas. Com a internet, a tendência é que baixemos os filmes em versão digital, o que seria mais rápido, seguro, prático e barato.

Acredito que daqui a algum tempo, videolocadoras físicas serão um nicho de mercado tão pequeno como as lojas que vendem discos de vinil. Não é mais somente alugar um filme. As pessoas irão para passear, relembrar filmes antigos ou para conversar com o dono da locadora.

O intuito deste post não é discutir o que vai acontecer, mas recordar um pouco desse nobre passeio que é ir sábado à noite na locadora (rs).

Não sei vocês, mas acho extremamente sem graça assistir a um filme no monitor do computador. Mesmo quando baixo pela internet, acabo gravando em um DVD-RW e assistindo na TV, esparramado pelo sofá e acompanhado de algum quitute, como pipoca.

O que acho mais legal de ir a uma locadora, é a quantidade de filmes para escolher. Gosto da ideia de visualizar -e poder pegar- na capa do filme, ler a sinopse, discutir com o dono da locadora (rs). Sempre que vou fico pelo menos 1/2 hora escolhendo um filme.

Tem dia que estou a fim é de ver um clássico, então nem olho para a seção de lançamentos. Tem dia que depois de tanto procurar, acabo cedendo às dicas do pessoal da locadora. Existe coisa mais frustante do que ir seco para alugar aquele filme e chegando lá você descobre que todas as cópias estão locadas?

Quando chegar o dia em que não houver mais a locadora na esquina da minha casa, vou sentir saudades dessas coisas!

Imagem do dia: with love, Pirate Bay

Acho que a imagem é auto-explicativa, mas para quem por ventura não conhece o Pirate Bay, digamos que é o maior indexador de torrent da internet. Pelo seu tamanho, e postura irônica em relação aos direitos autorais, o site foi alvo de muitos processos de gigantes da indústria audiovisual.

Esses processos se arrastam faz alguns anos e até agora nada está resolvido. A camisa é algo como um aniversário de 5 anos dos processos, e segundo o blog deles, está sendo enviada para as empresas que estão processando o Pirate Bay (rs).

Queria uma camiseta dessas ;-), pena que é bem carinha para os padrões tupiniquins (20 euros).

————

Atualizações do blog: coloquei um contador de followers do meu twitter junto aos widgets (barra vertical direita). Além disso tentei, em vão, linkar o logotipo do blog para a home.

Gostaria de pedir desculpas pela falta de posts. Tá foda. Outro dia fiquei 1 hora olhando pro teto tentando pensar em algum assunto que quisesse compartilhar com vocês. Post bom flui, sai na hora, como esse. Tenho vontade de escrever e pronto.

Preciso de algum remédio popular contra a crise criativa (rs).

Excesso de código binário na nossa vida

Outro dia estava fazendo a leitura diária de sites de design quando notei que estavam todos comentando sobre um tal de behance, que nada mais é que mais uma rede social, como o orkut, mas direcionado às pessoas que trabalham com design.

- Porra !

Já existe o devianart, flickr, carbonmade, fora os menores que são dezenas. Tudo isso para um público super seleto, que são pessoas que trabalham com design, que estão na internet a fim de divulgar o trabalho e compartilhar trabalhos com outros designers.

Andei pensando nesse excesso de escolhas que temos na internet. Acho super sadio a possibilidade de criar e escolher da web, mas às vezes penso que isso em excesso é ruim, como dizem os mais velhos: tudo em excesso é ruim.

Um exemplo prático. Sabe quantos mensageiros instantâneos existem na ativa? Clique aqui para ver a lista (não completa). Quantas redes sociais como o Facebook e Orkut existem?

Na verdade, tudo isso foi criado primeiramente para facilitar a nossa vida, mas acabamos usando de forma contrária! (rs). O resultado é que passamos cada vez mais na internet, e pior, dependendo de sistemas binários para viver.

O Orkut, por exemplo, era saudável enquanto era único, até aparecer 128 concorrentes e seus amigos saírem por aí espalhados por 70% dessas redes sociais hehehe.

Outro dia fiquei 24 horas em casa com o celular desligado e com computador sem internet para fazer um teste. Eu me senti quase como um viciado em drogas em uma clínica de reabilitação :-).

Dizem que o futuro é o passado. Do jeito que andam as coisas, estou começando a apostar que o futuro da internet vai ser como no passado, com menos escolhas, porém concentrados com maior número de pessoas.

—————–

Atualizado imagem destaque, about me e contato.

Você está aqui para ser feliz

Esse é um post diferente. Diferente porque nunca coloquei um comercial daqueles inspirados, mesmo sendo publicitário.

Na verdade é uma dica que li via @cassita (sim, tenho twitter rs), e gostei demais da mensagem. Apenas dêem play e fiquem felizes por estarem por aqui :-).

Meu chapéu na chapelaria

Acho que alguns já perceberam a barra no topo do re’cordis. Trata-se do blogs da chapelaria.org, uma reunião digital de bacanas, e que desde de hoje, faço parte :-).

Basicamente, o objetivo da chapelaria é divulgar o conteúdo gerado por todos os blogs, é o famoso “a união faz a força” (rs). O que difere o conglomerado das panelas entre blogs que existem por aí, é que não existem metas de acesso, $$$, muito menos ranking entre blogs, o que significa que não vamos nos ficar linkando gratuitamente nos posts sem que haja um bom motivo -e interessante- para isso.

O que acho mais foda na chapelaria é que de certa forma, os conteúdos dos blogs se completam. Notem que há desde de blogs de música, passando por carros, publicidade, internet, e até um blog sem tema, que é o re’cordis (rs).

Para formalizar tudo isso, tive que escolher um chapéu, e por motivos óbvios, escolho o de aba curta. Até tentei ilustrar, mesmo que tenha ficado essa bosta (rs). Isso que dar fazendo as coisas correndo.

Recomendo a leitura dos blogs da chapelaria, e esse post no yassuda explicando mais sobre o projeto.

Imagem do dia: poderio blogueiro

Há tempos que a gente discute a importância dos blogs como mídia.
Bom, eu pelo menos, nunca vi nada melhor que isso :-). – Retirei do cartaz (publicidade) do filme Che.

Sabe aquelas frases de impacto toscas que acompanham o material de divulgação do filme? Sim, isso continua igual, mas em vez de usar uma frase de um grande jornal, foi preferido o comentário de um blogueiro.

receba atualizações por email

Assine RSS


Não sabe usar RSS? Clique aqui para tutorial

imagem destaque

Karate Kat ! via pwils10

destaque

Arrepender se nunca mais, amar nunca é demais

Prisma Luminoso - Paulinho da Viola

portfolio

Rounes DVD cover

Delicatto website

Mais fotos

Atenção: não leia

ACF loading animated gif

pág.